Escrevo aqui sem pretensões de ser levada a sério ou sequer de ser lida. Escrevo sem intenção de ser ouvida. Escrevo pra esvaziar a cabeça das idéias que me ocorrem. Escrevo porque elas correm e talvez eu não as alcance mais. Mas daqui elas não fogem.
3.30.2005
Sei lá...
Coincidência? Destino? ou "uma sucessão de acasos, que aparentemente seriam apenas coincidências, que levam á algum caminho, que fazem coisas estranhas, ou maravilhosas acontecerem"?
Não sei. E na verdade nem pretendo descobrir, mas sei que os caminhos são feitos, parte, dos rastros do que fica pra trás, parte do porvir.
E esse porvir, existe por causa do rastro ou é apenas espera do próximo acaso?
As vezes penso que a vida é um grande gerúndio de verbos particípios, e o futuro do presente uma infinidade de "possíveis acasos".
E conjugando o futuro do pretérito penso por que caminhos nos levariam os acasos que não vingaram. Só sei que se eu ficar conjugando o futuro do subjuntivo, meu presente vira passado e eu não terei aproveitado o caminho.
Ouvi dizer que "sei lá" é a melhor explicação para essas questões.
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